A verdade sobre o frango sem hormônio

 

chickens (1)Quantas vezes vamos ao supermercado e nos deparamos com uma embalagem de carne de frango que afirma: “Livre de hormônio.” Não gostaria de te desapontar, mas esses rótulos não são verdadeiros.

Nenhum frango é completamente “livre de hormônio”. Galinhas, como qualquer outro animal, naturalmente produzem hormônios de crescimento.  A Mississippi State University Extension explica isso um pouco melhor: “Tanto a progesterona, quanto a testosterona e estrogênio são hormônios naturalmente encontrados em seres humanos e animais. Esses hormônios são necessários para o desenvolvimento normal, crescimento e reprodução”. Como MSU Extension explica, hormônios ocorrem naturalmente em frangos, por esta razão, o rótulo de “livre de hormônios” está incorreto.

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National Pork Board Lança Planejamento Estratégico para 2020

Depois de mais de um ano de planejamento e desenvolvimento, a National Pork Board divulgou seu novo plano estratégico focado na antecipação e gestão do cenário que os produtores suínos enfrentam, nos dias de hoje e enfrentarão no futuro. O plano, será implementado a partir de janeiro de 2015, estará em vigor até 2020 com o objetivo de orientar o setor da suinocultura.

Criado com o intuito de haver uma colaboração entre a indústria e os parceiros da cadeia de suprimentos, o objetivo da National Pork Board é elevar o consumo da carne suína como a proteína de escolha global através de um trabalho contínuo e que se estabeleça de forma cooperativa, fazendo o que é certo para as pessoas, para os suínos e para o planeta.

“É um plano fortemente focado em uma visão para o futuro dos produtores de suínos da América. O projeto define em linguagem clara e centrada no cliente um conjunto de objetivos com foco nos resultados”, disse Dale Norton, presidente da Pork Checkoff e um produtor de carne de porco de Bronson, MI . “Nossa força-tarefa, que incluiu os produtores de suínos e de indústrias conexas, definiu um compromisso de alavancar a indústria e cadeia de suprimentos para atingir os objetivos.”

Durante 2014, o conselho se reuniu várias vezes, analisando e discutindo previsões econômicas e de pesquisas obtidas junto dos produtores de carne suína, processadores de carne, operadores de foodservice, varejistas e consumidores. Ao contrário do plano estratégico anterior, este novo esforço é mais centrado no cliente, com o compromisso de transparência e melhoria contínua.

“No processo de planejamento, estamos conectados com clientes e consumidores. Ouvimos o seu desejo com o objetivo de melhor compreender e dialogar sobre suinocultura norte-americana”, disse Norton. “O compromisso resultante de uma maior transparência e colaboração assume um enfoque totalmente novo e é prioridade neste plano.”

O conselho definiu três objetivos distintos para impulsionar o desempenho National Pork Board. Os objetivos, apoiados por um total de 17 objetivos específicos e mensuráveis, incluem:

Obter a confiança do consumidor – Trabalhando junto com os parceiros da cadeia alimentar, o National Pork Board irá aumentar a confiança do consumidor na produção de carne suína moderna, promovendo a adoção por parte do produtor de práticas de gestão nas explorações agrícolas que refletem os princípios éticos da indústria e através da partilha de seu compromisso de melhoria contínua com os consumidores e os principais interessados.

Buscar uma produção sustentável – A National Pork Board vai investir em programas de educação e produção que aumentem a produtividade da carne suína e também a sustentabilidade da produção, a fim de proporcionar benefícios aos produtores, suas comunidades e consumidores.

Crescer a demanda do consumidor – Trabalhando em conjunto com os parceiros da cadeia alimentar, o National Pork Board vai crescer nacional e internacionalmente a demanda do consumidor, concentrando-se na melhoria da nutrição, qualidade e sustentabilidade da carne suína.

Norton disse que o processo também envolveu uma análise profunda do mercado nacional e global, incluindo questões como sanidade animal e bem-estar, a segurança alimentar, nutrição, economia e na reputação da agricultura moderna.

“Visto em conjunto, o plano nos dá um caminho claro para mover corajosamente de onde estamos agora para onde queremos estar no futuro”, disse Norton. “Nós temos a nossa visão para o futuro e um projeto colaborativo para chegar lá juntos, como uma empresa.”

Duas prioridades adicionais surgiram durante as reuniões e discussões do grupo de trabalho de planejamento: abordar claramente a necessidade mundial crescente por carne suína e moldar o compromisso de responsabilidade social da Pork Checkoff. Para esse fim, as funções dos dois cargos foram expandidas e elevadas, com Becca Hendricks nomeado como vice-presidente de marketing internacional, e Jarrod Sutton nomeado vice-presidente de responsabilidade social.

“As preocupações dos nossos parceiros, tanto no mercado internacional quanto nacional precisam ser abordadas”, disse John Johnson, diretor de operações da National Pork Board. “O crescente interesse em práticas de produção de nossos produtores de suínos e varejistas tem têm um impacto crescente nas propriedades. Embora, como uma indústria, nós executamos ancorados em nossos princípios éticos – estamos continuamente se esforçando para melhorar”.

O National Pork Board vai fazer um maior esforço ao longo dos próximos cinco anos, para demonstrar essa melhoria através do compartilhamento de informação com os consumidores e alta gerência de empresas de varejo e foodservice, incluindo diretores de cadeias de suprimentos globais e diretores de sustentabilidade corporativa.

“Os mercados internacionais continuam a crescer em sua importância para a indústria de carne suína dos EUA. Hoje, 28% da nossa produção de carne suína é comercializada internacionalmente”, disse Johnson. “Com o aumento da renda nos países em desenvolvimento e posição atual do suíno como a fonte de proteína animal mais consumida em todo o mundo, o comércio internacional exige uma maior visibilidade dentro dos nossos programas”.

“Por fim, trata-se do auxílio para garantir o sucesso em longo prazo de criadores de suínos da América e suas famílias”, disse Norton. “Este plano toca as conexões emocionais que os consumidores têm com seus alimentos. Abre-se a oportunidade de um novo diálogo sobre a produção de carne suína moderna e melhoria contínua para o benefício das pessoas, dos suínos e do planeta”.

Fonte: http://m.nationalhogfarmer.com/business/national-pork-board-introduces-2020-strategic-plan

O fim de apresentações entediantes

dd4f59771209ac7a96eb5c3962e4edbaReuniões e apresentações, em sua grande maioria, são chatas, demoradas e raramente eficazes. Ande pelos corredores de qualquer empresa agora e você vai encontrar muitas salas ocupadas por pessoas com altos salários, lutando para se manterem acordados. O tempo supostamente precioso é desperdiçado enquanto funcionários lutam para desvendar ideias, através de frases cheias de jargões, sem sequer entender o que diabos a pessoa está querendo dizer.

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Como priorizar faz com que as coisas aconteçam

prioritiesO ato de priorizar está mais ligado ao emocional do que ao intelectual, ao contrário do que as pessoas dizem. Dietas para emagrecimento, economia de dinheiro e eliminar coisas que você não precisa requer disciplina, comprometimento e foco. Dizer “se exercitar é importante” é uma coisa, porém colocar isto à frente de outros compromissos é extremamente diferente. Muitas pessoas fogem destas atitudes. Eles restringem, atrasam, e evitam escolhas difíceis. E o resultado é o estabelecimento de projetos falhos. Não tomar decisões difíceis significa não progredir. Resumindo, a palavra importante, não tem nenhum sentido.

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SuinoCast #41 – Impacto do DDGS sobre a qualidade da gordura suína

Mais um episódio está no ar! Neste episódio recebemos o zootecnista Cássio Villela, abordando o Impacto do DDGS sobre a qualidade da gordura suína. Cássio aborda aspectos práticos sobre a inclusão e considerações importantes no uso deste ingrediente. Cássio finaliza a conversa com pontos práticos da aplicação deste conhecimento na realidade brasileira.


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Pessoas menos confiantes são mais bem sucedidas

self-confidenceNão há clichê maior na psicologia empresarial do que a ideia de que a alta autoconfiança é a chave para se ter sucesso na carreira. É hora de desmascarar esse mito. Na verdade, é mais provável que a baixa autoconfiança o torne bem sucedido.

Depois de muitos anos de pesquisa e consultoria em na área de talentos, eu cheguei à conclusão de que a autoconfiança só é útil quando está em baixa. Claro, confiança extremamente baixa não é desejável: ela inibe o desempenho através da indução de medo, preocupação e estresse, o que pode levar as pessoas a desistirem mais cedo ou mais tarde. Mas a confiança-suficientemente baixa pode ajudar a reajustar seus objetivos para que eles se tronem (a) mais realistas e (b) atingíveis. Afinal nem todos nós podemos ser CEO da Coca-Cola ou o próximo Steve Jobs. Continue reading